Um pouco de ficção e outro tanto de realidade: parabéns Brasília!

Logo pela manhã “Suíte Brasília” (uma boa maneira de começar o dia). Em
seguida, ir ao lava-jato dar um trato no carro, enquanto espero, sinuca,
cerveja e torresmo. Preparando o estômago para o cardápio tradicional dos
feriados prolongados: churrasco é claro. Limpeza feita, barriga cheia,
próximo passo: Parque da Cidade rever os amigos. Passando pela Plataforma
Inferior no sentido da Torre, encontro um hippie perdido. Tenho certeza que
o conheço! Mas, ... como pude esquecer! É o Renato, não, não é o Russo! E a
“menina do Gama?”, pergunto de primeira. “Tá em outra”, me responde
melancólico e desgostoso. “Comprei todas as flores do cerrado e nada!”. –
“Pois é, tenta outra, não desiste não”. Chegando ao destino, encontro todo
mundo, “Eduardo e Mônica” (já com os filhos na faculdade), “Léo e Bia”
(separaram, voltaram,separaram de novo, estão em lua-de-mel, novamente), e
“Cássia e Zélia” (casal diferente e cheio de estilo: tempos modernos).
Caminhando um pouco mais, me deparei com lindos coqueirais (ops, falha
nossa), parada obrigatória no Alpinus para chopp em dose dupla e a R$ 1,99.
A noite já vai chegando, hora de ir embora. Antes, o agradecimento pra Nossa
Senhora do Cerrado, Protetora dos Pedestres, por nunca ter sido atropelado
nas incontáveis, e perigosas, travessias do Eixão (nos longínquos anos de
Aliança Francesa).
P.S. Devido a problemas técnicos não tive como postar na data certa.

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